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Por que gastamos tanto?

Cada pessoa deve ter a consciência do seu papel neste planeta e onde ela estiver, não ter medo de fazer o papel de chato, de diferente, fazer e falar o que é correto. Primeiro fazer, depois falar, pois se falar resolvesse alguma coisa, não teríamos mais tantos problemas.

O consumismo é algo muito forte e está atrelado ao bem estar, nossa mente está sendo  constantemente bombardeada por imagens, mensagens e propagandas que vinculam o consumismo com sensações de alegria e prazer.

Devemos nos tornar capazes de diferenciar o “eu quero” do “eu preciso”.

É cada vez maior o números de jovens brasileiros que apresenta um interesse especial em fazer compras e que gasta a mesada ou o salário antes de o mês acabar.

De acordo com Ana Luiza Jimenez (10/07/2012): “Os índices de endividamento no país são os mais altos dos últimos oito anos e bateram o pico em 8% em 2012. Os jovens não ficam de fora das estatísticas e, assim que ingressam no mercado de trabalho, começam a se complicar gastando mais do que ganham”.

Para não se endividar, devemos refletir a respeito das nossas atitudes de uma maneira racional, fazer levantamentos numéricos para verificar se certa compra ou investimento é possível ou não.

 

Começaremos fazendo um estudo da viabilidade da fabricação dos lanches no recreio. Verificar se isso está dando lucro real ou apenas se torna uma troca de dinheiro.

Usaremos uma planilha eletrônica para analisar as diversas situações. Para isso, cada grupo deverá trazer anotadas as informações a seguir: produto produzido; custos de todos os ingredientes; quantidades utilizadas; custos de gás de cozinha ou luz elétrica utilizadas na fabricação; quantidade fabricada e preço de venda.

 

Bibliografia:

  1. http://www.ecodebate.com.br/2013/09/06/o-consumo-desenfreado-e-incompativel-com-a-sustentabilidade-artigo-de-raimundo-nonato-brabo-alves
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Como se Fosse Dinheiro

Todos os dias Catapimba levava dinheiro para escola para comprar o lanche.
Chegava no bar, comprava um sanduíche e pagava seu Lucas.
Mas seu Lucas nunca tinha troco.
Um dia, Catapimba reclamou de seu Lucas:
– Seu Lucas, eu não quero bala, quero meu troco em dinheiro.
– Ora, menino, eu não tenho troco. Que é que eu posso fazer?
– Ah, eu não sei! Só sei que quero meu troco em dinheiro!
– Ora, bala é como se fossa dinheiro, menino? Ora essa…
Catapimba ainda insistiu umas duas ou três vezes.
A resposta era sempre a mesma:
– Ora, menino, bala é como se fosse dinheiro… Então, leve um chiclete, se não gosta de bala.
Aí, Catapimba resolveu dar um jeito.
No dia seguinte, apareceu com um embrulhão de baixo do braço. Os colegas queriam saber o que era. Catapimba ria e respondia;
– Na hora do recreio, vocês vão ver…
E, na hora do recreio, todo mundo viu.
Catapimba comprou o seu lanche. Na hora de pagar, abriu o embrulho. E tirou de dentro… uma galinha.
Botou a galinha em cima do balcão.
– Que é isso, menino? – perguntou seu Lucas.
– É pra pagar o sanduíche, seu Lucas. Galinha é como se fosse dinheiro… o senhor pode me dar troco, por favor?
Os meninos estavam esperando para ver o que seu Lucas ia fazer.
Seu Lucas ficou um tempão parado, pensando…
Aí colocou uma moedas no balcão:
– Está aí seu troco, menino!
E pegou a galinha, para acabar com a confusão.
No dia seguinte, todas as crianças apareceram com embrulhos debaixo do braço.
No recreio, todo mundo foi comprar lanche.
Na hora de pagar…
Teve gente que queria pagar com raquete de pingue-pongue, com papagaio de papel, com vidro de cola, com geléia de jabuticaba…
O Armandinho quis pagar um sanduíche de mortadela com o sanduíche de goiabada que ele tinha levado…
Teve gente que também levou galinha, pato, peru…
E, quando seu Lucas reclamava, a resposta era sempre a mesma;
– Ué, seu Lucas, é como se fosse dinheiro…
Mas seu Lucas ficou chateado mesmo quando apareceu o Caloca puxando um bode.
Aí, seu Lucas correu e chamou a diretora.
Dona Júlia veio e contaram pra ela o que estava acontecendo.
E sabe o que ela achou?
Pois achou que as crianças tinham razão..
– Sabe, seu Lucas – ela falou -, bode não é como se fosse dinheiro. Galinha também não é. Até aí o senhor tem razão. Mas bala também não é como se fosse dinheiro muito menos chiclete.
Seu Lucas se desculpava:
– É, mas eu não tive troco?
– Aí, o senhor anota, e no outro dia paga.
Os meninos fizeram uma festa, deram pique-pique pra dona Júlia e tudo.
Naquele dia, nem houve mais aula.
Mas o melhor de tudo é que todos do bairro ficaram sabendo do caso.
E, agora, seu Pedro da farmácia não dá mais compridos de troco, seu Ângelo do mercado não dá mais mercadoria como se fosse dinheiro.
Afinal, ninguém quer receber um bode em pagamento, como se fosse dinheiro. É, ou não é?

Referência: http://www2.uol.com.br/ruthrocha/historias_16.htm

E você, o que pensa a respeito da atitude de Catapimba e de seu Lucas?

 

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Projeto de sustentabilidade: apresentações dos trabalhos

Chegou  a hora das apresentações!

Os alunos apresentaram os seus trabalhos: os slides e as maquetes. Todos estavam muito nervosos, pois tínhamos bastante plateia.

Os trabalhos foram apresentados para toda a comunidade escolar, com o objetivo de serem implantados na escola, com o auxílio da professora de ciências.

Os trabalhos ficaram muito bons, houve aprovação de uma maneira generalizada. Eu particularmente, fiquei muito feliz com meus alunos.

PARABÉNS, GALERA!!

Projeto da sustentabilidade: maquetes prontas!

Depois de muito trabalho, vamos conferir o resultado!

As maquetes dos alunos ficaram uma beleza, parabéns!

Projeto de Sustentabilidade:slides criados pelos alunos

Vamos ver as apresentações em Power Point que os alunos montaram para descrever suas ideias para o Projeto de Sustentabilidade?

Seguem abaixo os links para as apresentações!

Relógio do Corpo Humano

Parquinho com Madeira Certificada

Jardim Suspenso

Horta de Pneus

Cisterna e Placa Solar

Cisterna

Projeto de sustentabilidade: as construções das maquetes!

Agora é a hora de executar a construção das maquetes.

É um momento de muita agitação não só na sala de aula, mas em toda a escola.

Vamos acompanhar alguns momentos durante a construção das mesmas:

Projeto de sustentabilidade: desenhos de esquemas para construção da maquete!

Os alunos fizeram alguns esquemas baseados nas medições externas e posterior conversão de medidas para que a construção da maquete ficasse dentro da escala escolhida.

A seguir algumas imagens dos alunos executando o trabalho e dos esquemas!